Por Nelson Balaban & Hugo Viana

Archive for Janeiro 29th, 2008

Sobre a sorte e a falta dela…

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Ouvi dizer há um tempo atrás sobre sorte.

Sempre fui um pouco desligado de qualquer tipo de fé e acho que sorte nada mais é do que isso, acreditar que pode e fazer acontecer… e como resultado, atribuir mérito a sorte. É normal, quase todos fazem. Não sabem assumir, não querem assumir e acham legal a idéia de ter algo ou alguém a quem culpar ou agradecer. Deus e o Diabo vivem como bodes expiatórios de grande parte das pessoas… todas as coisas boas são atribuídas a Deus e todas as tragédias são atribuídas ao Diabo.

NINGUÉM FAZ NADA?! Ninguém consegue assumir que tem responsabilidade sobre seus atos? É um disparato achar que é guiado por alguém. Se for assim: quero desistir agora e deixar o tal guia me levar pra onde o tal do destino já marcou. Eu posso ficar parado e esperar, não é?!

Estou feliz ultimamente e não quero atribuir isso nem a Deus, Diabo, sorte, destino ou qualquer coisa. Acho que é fruto de tudo o que fiz ou deixei de fazer, acho que outras pessoas influenciam e que podem mudar tudo. Mas jamais creditarei nada em nome de alguém que não o fez.

E se milagres acontecem, deixam de ser milagres.

Escrito por Hugo Viana

Janeiro 29, 2008 em 5:53 pm

De cara quebrada, a Coragem.

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Foram tantas paixões, que na verdade não sei se foram realmente. Você chegou, e, pra enfatizar uma rima cliché: tudo mudou. Como se, todas as minhas experiências teriam valido nada pois me sinto cúmplice de um configurado crime, um juramento de amor. O sentimento só cresce, amadurece, cada vez mais… aparece; nunca esmaece. Como nenhuma outra pessoa já fez, hoje meu coração bate junto ao seu, numa sincronia perfeita e clara! Nunca foi assim. Talvez eu tenha sempre evitado, talvez o tão lendário “destino” o tenha evitado, desviado do meu caminho: esse sentimento tão sincero e verdadeiro – o qual só quero sentir por você, e que você só quer sentir por mim.

Já não nos imaginamos distante um do outro, isso desespera: coração acelera, a alma encolhe. O pra sempre não acaba, os nomes de importância estão aí pra provar. Você não demorou, veio no tempo certo e é tudo o que eu sempre quis.

Bis. Tudo o que eu sempre quis.

Ilust. Justin Maller & Von

Escrito por Nelson Balaban

Janeiro 29, 2008 em 5:22 pm

Publicado em Romantismo